sábado, 29 de março de 2014

O PETRÓLEO É NOSSO - Crédito ou Débito - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 29mar2013


O PETRÓLEO É NOSSO
(Crédito ou débito?)

Todo brasileiro é meio técnico da seleção. Principalmente quando perde jogo. 

Agora deu pra todo mundo achar que é meio presidente da Petrobrás, também. 

Como se fosse tudo dono. 

Bicho entrão, o tal do brasileiro, né?!

-x-x-


Eu, daqui da minha insignificância, morro de achar GRAÇA, enquanto a gasolina de TRÊS REAIS E DEZESSEIS CENTAVOS POR LITRO vai entrando no tanque do meu carrinho sem IPVA reduzido.


Lembra quando dava pra encher o tanque com menos de CEM pilas?


-x-x-


Com o episódio PASSADINA (escreve-se Pasadena), o “guverno" realiza mais um feito histórico:


DUAS METADES IGUAIS DEIXA DE SER UMA REDUNDÂNCIA


-x-x-


Eu, que também sou meio dono da Petrobrás, sugiro que se modifique o nome da refinaria de PASSADINA para PEGADINA.


Não achou Graça? A Dilma achou...


-x-x-


Eu, que nem assisti “O Último Tango em Paris”, acho o Mantega um vaselina danado.


E que vamos precisar muito dele, pra engolir maisessa história, pelo orifício que for...


-x-x-


MUDANDO DE ASSUNTO


Tem gente que nasce com uma vocação e é fiel à mesma durante toda a vida.


O Fulano, por exemplo, da família dos “de Tal”, foi um desses casos, de indivíduos que viveram a sua vocação até o momento derradeiro; na sua lápide suntuosa, letras enormes de bronze muito bem trabalhadas:


Fulano de Tal
T I...

Uns chutavam Técnico de Informática, embora ele fosse uma negação em computadores; outros, Tecnologia da Informação – pior ainda. E inúmeros foram os palpites para o significado das duas letrinhas (as reticências todo mundo sabe o quesignificam –sempre). 


Ninguém teve coragem de falar o “Totalmente Inútil” que assomou a várias mentes, principalmente a quem conhecia de perto o “de cujus”.


Coragem que faltou, também, para perguntar à viúva, que teria respondido, com um longo suspiro consternado:


- Tão inteligente...

sábado, 22 de março de 2014

O ICEBERG - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 22 DE MARÇO DE 2014


O ICEBERG


A primeira coisa que se notou foi uma placa. É sempre assim. Luzidia e bem na entrada da cidade. E muitas outras, em diversos pontos do município, fomos descobrindo com o tempo. E até hoje se encontram delas por aí, um pouco carcomidas pela maresia; mas firmes, provando que é possível, sim, erigir obras públicas com qualidade e durabilidade; claro que placa é obra pública, quem disse que não?! Dependendo do caso, tem até licitação!...
Isso se deu num tempo em que não tinha Google, muito mal enciclopédia na Biblioteca da escola, trancada a sete chaves atrás de madeira sólida e vidro grosso; zelo da senhora diretora, muito bem intencionada, prima, sogra ou cunhada de um sogro, cunhado ou primo do excelentíssimo senhor prefeito, essa gente tem sempre umas famílias tão extensas, pena caixão ter só seis alças. Pedra no meio do caminho tinha. Sempre tem...

Deu um bafafá danado. É sempre assim... E depois de uma semana corrigindo até o vigário, que não era “ISSEBÉRGUI”, que a pronúncia correta era “AISSSIBÉRG”, o excelentíssimo alcaide mandou pintar em letras garrafais, logo abaixo de ICEBERG, entre parênteses “Pronuncia-se AISSSIBÉRG”, tudo com licitação, tribunal de contas, ficou uma beleza.

Agora a cidade já podia se orgulhar:
  • Por ter aprendido uma palavra estrangeira.
  • Por ter um prefeito de visão, ação, austeridade e empreendimento.
  • Porque, dentro em muito breve, seria a primeira cidade DO BRASIL a ter o seu próprio iceberg.

Durante os meses seguintes, não se falou de outra coisa: os benefícios do iceberg para o turismo, os benefícios do iceberg para a saúde pública, os benefícios do iceberg para a balança comercial, para os cabelos escovados, a pele, tantoscentos empregos diretos, mais arrecadação, meio ambiente, ambiente inteiro; iceberg na barbearia, na câmara, nas Escolas, na mídia, na matriz, na filial.

E todo cidadão que se prezasse (tem a turma que torce contra... sempre tem...) tinha na ponta da língua o mantra da revolução do iceberg e seu impacto positivo na vida do cidadão de todas raças, credos e classes sociais; estufava o peito e corava de orgulho a face ao entoá-lo aos quatro ventos e até a quem perguntasse; e muitos números, não há como discutir com eles...

Passou o tempo, mas a história não esfriou.

Expectativa na população. Festa! Alegria! Alvíssaras!!!

A obra foi entregue no prazo, à risca (quem disse que iceberg não é obra pública?! É claro que é! Tem licitação e tudo!), como manda a responsabilidade fiscal: quinze dias após a reeleição do prefeito. Eu mencionei que era ano de eleição?! Devo ter esquecido... Sempre é...

Festa nas ruas! Multidão no porto, sentada nas confortabilíssimas arquibancadas montadas especificamente para a ocasião, mais uma obra pública, com licitações e tudo! Alegria! Veio um assessor do vice-governador, mais um secretário ou dois. O prefeito tirou retrato com todo mundo, sorriu, abraçou, beijou criancinhas, depois passou a mão no microfone e deitou uma falação de umas duas horas, debaixo de um sol de 38 graus. Tocou a banda da cidade, o Hino Nacional e mais uns dois e chegou o grande momento:

FOOOOOOOOOOOOOOOOOOM!!!

Apitou o navio, avisando que estava adentrando a baía. E foi apontando a cara. Nem era tão grande assim, prum iceberg. Atrás dele, uma corda imensa, grossa, vinha boiando, arrastada, formando um imenso laço; muito bem amarrado... mas vazio.

E o povo se acabando de aplaudir.

Meses depois é que foram explicar: tava lá no contrato, em letrinhas bem miúdas, que o iceberg poderia derreter ao contato com as altas temperaturas do hemisfério sul; que o prefeito assinou; mas foi justamente no dia em que ele deixou os óculos no bolso do outro paletó...


Então tá...


A RAPOSA E O POLITICAMENTE CORRETO - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 15 DE MARÇO DE 2014


A RAPOSA E O POLITICAMENTE CORRETO
(Adaptado do livro Arroubos Literários - Crônicas Cotidianas)

Só muito tempo depois, diante do Excelentíssimo Senhor Juiz,  o Sr. Raposa (era macho, diga-se de passagem, é importante frisar, e não cometeremos aqui o deslize de chamá-lo raposo, o que talvez soasse mais fácil ao entendimento, mas nem tudo que é de fácil entendimento é verdadeiro, e vice-versa) continuava sem entender o que estava fazendo ali.

PROMOTOR – O senhor está ciente das acusações que lhe estão sendo feitas?

RAPOSA – Confesso aos senhores que não faço a menor idéia do que está acontecendo nesta sala, nem dos fatos de que venho sendo vitima nos últimos meses. É como se a minha vida se tivesse transformado, súbita e abruptamente, num romance de Kafka.

PROMOTOR – Pois saiba que pesam sobre o senhor acusações do inafiançável delito de discriminação por cor, o que fere os princípios fundamentais da nossa magnífica Carta Magna. O que o senhor tem a alegar em sua defesa? Culpado ou inocente?

RAPOSA – Senhor promotor, com todo respeito, devo dizer-lhe que, se nem ao menos tinha consciência de estar sendo acusado de delito de qualquer natureza, é óbvio que alegarei inocência diante de tão execrável delito. E se me é permitido saber, gostaria mesmo de perguntar de onde é que surgiu tão famigerada história envolvendo o meu nome.

PROMOTOR – dirige ao Juiz um olhar interrogativo.

JUIZ – assente com a cabeça e um leve encolhimento dos ombros. Alguma coisa estava errada naquilo, ele não sabia em quem colocar a culpa, mas com certeza não era dele.

PROMOTOR – Desculpe minha estupefação, mas ocorre que o caso do qual o senhor é réu é de conhecimento público, havendo conquistado espaço na mídia e, pode-se até dizer, se me permite usar o coloquial, Excelência, na boca do povo…

RAPOSA – continua com ar de quem não está entendendo patavina (se me permite o coloquial).

PROMOTOR (irritando-se) – Ora, senhor Raposa, não nos teste a paciência, que o assunto é sério e todos temos mais o que fazer! Por acaso não foi o senhor que proferiu a seguinte frase – e consulta no volumoso processo, passando as páginas com alguma violência perfeitamente simulada – aqui está: “As uvas estão verdes”?!

RAPOSA – Sim, eu me lembro de haver dito a frase.

PROMOTOR – Enfim estamos chegando a algum lugar. Que conste nos autos, portanto, que o réu confessa haver proferido a frase de que é acusado, como justificativa para não comer as uvas.

RAPOSA – Um momento, senhor Promotor. Eu disse que proferi a frase, mas jamais disse que não comi as uvas.

Um longo “oohhhhhh” percorreu a sala de audiências, seguido de intenso burburinho, obrigando o Senhor Juiz a pedir ordem no recinto.

RAPOSA – Parece-me que está havendo uma grave distorção dos fatos, invertendo-se, dessa forma, toda a interpretação da história. Eu admito haver dito que as uvas estavam verdes, mas em momento algum tal afirmação serviu de pretexto ou motivo para que eu não as comesse. Pelo contrário, Senhor Promotor, Excelência: eu cheguei à conclusão de que as uvas estavam verdes após haver degustado várias delas.

PROMOTOR – O que me parece, Excelência, é que o réu é que pretende distorcer os fatos, a fim de conduzir a erro este Juízo.

JUIZ – Prossiga o réu em seu depoimento.

RAPOSA – Obrigado, Excelência! Como eu dizia, após perceber que as uvas sabiam mal, e frise-se que fiz questão de provar várias vezes, para eliminar completamente a mais remota possibilidade de um julgamento apressado e parcial, após sentir a acidez e o amargor em minha língua, muito mais para vinagre que para vinho, foi que senti-me no direito de emitir o parecer que tão mal interpretado me parece haver sido.

PROMOTOR – Mas o senhor confessou haver dito que as uvas estavam VERDES.

RAPOSA – Sim, e sustento.

PROMOTOR – Portanto, Excelência, o depoimento do réu em nada afeta a tipificação do delito ou a sua responsabilidade e rogo-lhe que prossigamos com o julgamento, que a pauta anda cheia e a imprensa aí está. O réu disse que as uvas estavam verdes. Verde é cor. Comendo-as ou não, emitiu opinião baseando-se na cor das mesmas. Está caracterizada a discriminação por cor e a justiça precisa ser aplicada de forma exemplar.

RAPOSA – Senhor Promotor, eu gostaria de esclarecer que em nenhum momento eu me referia à cor das uvas. Se alguém interpretou minhas palavras dessa maneira, o fez por motivos próprios, aos quais sou e desejo permanecer totalmente alheio. Encontrassem-se as referidas uvas em situação oposta, e eu jamais diria tal coisa, independente da cor que apresentassem.

PROMOTOR (muito irritado) – E o senhor poderia ter a bondade de nos explicar qual é o oposto de VERDES, senhor Raposa?!


RAPOSA – Maduras, Excelência...

sábado, 8 de março de 2014

DIA INTERNACIONAL DA MULHER - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 08mar2014


FILOSOFIA DE BUTIQUIM – 08 DE MARÇO DE 2014

 

- Ufa! Que alívio! Não via a hora!...
- O que houve?!?!
- Achei meu relógio...

-x-x-


Eu acho
Esse negócio de pano de chão
Um SACO!!!

-x-x-


BELEZA AMEAÇADA

Alegando apologia à violência, Juíza da comarca de Pancas, no interior do ES proíbe concurso de Miss.


MISS PANCAS?!


Nunca mais!!!

-x-x-


Pediatra é flagrado automedicando os próprios filhos...
É por isso que a saúde está assim...
Atchim!!!...

-x-x-


- Você viu o bafão que a sua amiga CarnaValescaaprontou, depois da segunda"vodiquinha"?!

- Menina!!!... Tô bege! Beginha...

- E ela, como está?!

- Tá cáqui. CAQUINHA...


-x-x-

 

FLORES PLANTADAS PROMETEM

AS DO MATO

ACONTECEM

 

-x-x-

 

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

 

A TODAS as mulheres, minha admiração e meu respeito!
Que haja não só um, mas TODOS os dias do ano homenageiem a sua garra, a sua ternura e o seu espírito inquebrantável de luta e esperança!

 

PAZ!!!
...com Deus!!!

 

À Sílfide, Ana Raquel Cypriano Ferreira, namorada e parceira. Pela MULHER que é e pelo homem que me tem feito ser.


 

segunda-feira, 3 de março de 2014

AS CORES DO CARNAVAL - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - INÉDITA

FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 01 de março de 2014

 

 

No meu tempo
Os velhos diziam
"No meu tempo"



-x-x-

"A voz do povo é a voz de Deus"
Mas isso é de hoje.
Antigamente era de "alguém mais";
Senão, como explica?!:
Crucificar Jesus e libertar Barrabás?!



Tá vendo só como é que é?!
Pra levar vantagem na Filosofia
Melhor começar com Sócrates
Que com Gerson ou Pelé.



-x-x-



- Você viu o bafão que a sua amiga CarnaValesca aprontou, depois da segunda"vodiquinha"?!
- Menina!!!... Tô bege! Beginha...
- E ela, como está?!
- Tá cáqui. CAQUINHA...

-x-x-

Sei lá se Belchior tem neto,
E talvez já nem cante mais,
Mas nós
Pronome pessoal do caso reto
"ainda somos os mesmos"
E mentimos
"Como nossos pais"

-x-

A TODOS um Carnaval repleto de PAZ e ALEGRIA!!!
...com Deus!!!


sábado, 22 de fevereiro de 2014

MULTIPLIQUI E CARNAVAL - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 22fev2014


Piscou o olho em 2014 e lá vem o Carnaval.

Ano de GLOBELEZA diet
Pouca carne, gordura zero, nenhum sal


E ainda vem a ser umas das “noticiazinhas” melhores 
No bendito telejornal...


-x-x-


Antes dele, MUQUI, e mais uma vez Muqui presencia hoje o encerramento com chave de ourodo PRIMEIRO MULTIPLIQUI.


É Muqui de novo, mesmo.
É Léo Alves à frente de novo, mesmo.
E sua fantástica equipe.


Não sou eu o repetitivo: é esse povo que não para de inventar moda.


A semana foi movimentada, com a realização de oficinas voltadas para todas as áreas da produção cultural e artística, envolvendo a comunidade local e artistas dos mais variados segmentos, compartilhando conhecimento e know-how gratuita e graciosamente.


A ORQUESTRA VOADORA fecha a festa e passa a régua hoje (sábado) à noite, 0800 na belíssima pracinha de Muqui, sítio histórico, orgulho sul capixaba.


PARABÉNS, MOÇADA!!!
Merda!!!




-x-


Ninguém é perfeito
Exceto 
O idiota

-


“Isturdia” um sujeito estacionou na contramão, em plena esquina, não digo em que cidade; um outrogritou: “cuidado com o fiscal!”; ao que este retrucou, prontissimamente: “não tem nem prefeito, vai ter fiscal?!”; e saiu pisando duro, pra cuidar de seu “coisa e tal”.


Os bodes expiatórios pingam.

Os chifrudos grandes espiam

De uma distância legal...


“EU NÃO SEI DE NADA” continua sendo o refrão nacional.


PAZ!!!
...com Deus!!!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

LUZES, CÂMERA, AÇÃO!!! - Pássaro de Papel - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 15fev2014


FILOSOFIA DE BUTIQUIM – 15 de Fevereiro de 2014

 

SUMIDADE

 

Eles se encontraram no entroncamento da Jerônimo Monteiro com a Costa Pereira, ali onde ninguém sabe qual sinal abre pra quem e muito menos pra quem está fechado.

 

Ela acabara de atravessar. Ele tentando decidir qual seria o momento exato para fazê-lo.

 

- Fulano! – ela quase gritou, arreganhando os braços e os dentes, para um abraço e um sorriso.

 

- Fulana, tudo bem?! Quanto tempo! – não era apenas uma forma de cumprimento (que dessas existem aos milhões por aí); eles realmente não se viam há muito tempo, e só naquele momento ele se apercebera disso. Sinal evidente de que aquela pessoa não estava fazendo a menor falta em sua vida. Mas gentileza sempre, era seu lema.

 

- É verdade. Por onde você anda? (não era uma pergunta; ou pelo menos não tinha essa intenção, visto que ela não esperou uma resposta, emendando logo uma série de outras frases) O pessoal tem perguntado por você. Eu disse que você havia se tornado uma sumidade…

 

- Sumidade?! Eu?! Por quê?!

 

- Uai! Ninguém te vê em lugar nenhum…

 

-x-x-x-

 

LUZES, CÂMERA, AÇÃO

 

2014 nos brindou, já no comecinho, com um presente jamais sonhado: um convite para participar como ATOR em uma produção cinematográfica.

 

Sob a batuta do incansável Léo Alves, Muqui testemunhou o ritmo frenético de gravações do curta-metragem “Pássaro de Papel”, um filme intimista e metalinguístico, voltado para a fotografia e a satisfação humana em guardar o que vê. Durante uma semana de trabalho árduo sob solescaldante, a intrépida equipe rodou em diversas locações da cidade e da zona rural as cenas que estão se juntando para formar o primeiro curta de um menino de 22 anos, que um dia também se apaixonou pela arte de contar histórias com imagens em movimento.

 

Ao lado de uma equipe fantástica, capitaneada por Léo Alves, ladeado com graça e competência por Cláudia Puget, Ériton Berçaco e muitos outros braços, olhos, corações, sorrisos e suor, respirar cinema, atuar, representar para a grande tela, foi uma experiência singular.

 

Minha gratidão aos AMIGOS, que possibilitaram essa vivência.

 

E a MUQUI, pelos amigos!

 

Em tempo, como marinheiros de primeira viagem que somos, é claro que estamos ansiosos pelo lançamento do filme, que se encontra em sei lá que fase. Assim que tivermos uma data, informaremos ao caro leitor.

 

Excelente fim de semana a TODOS!!!
PAZ!!!
...com Deus!!!


http://www.aquies.com.br/site/artigos.asp?codigo=1301

sábado, 25 de janeiro de 2014

REALÍSTICO - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 25jan2014

REALÍSTICO


Resoluções de Ano-Novo fazem parte daquela classe de assuntos que a pessoa se sente autorizada a levantar do nada, sem que se tenha perguntado ou mesmo que haja conhecimento mútuo entre as partes. Mais ou menos como falar do tempo ("Calor, né?!" - sorriso amarelo), só que com prazo de validade.


Dia desses, um conhecido de vista confidenciou, com cara de epifania:


- Neste Ano-Novo, estou firme no propósito de observar tudo o que ocorre à minha volta utilizando um enfoque exclusivamente REALÍSTICO!

- Bacana... E como está se sentindo?...


- FANTÁSTICO!!!


-x-x-x-


TO YOU
EU MUDARIA DE TWITTER
PRA TUIUIU


-x-x-

MANCHETES 
(Imagine se fossem cortadas)

"Nova lei anticorrupção obrigará empresa a devolver todo dinheiro desviado." - que bom que algum brilhante legislador pensou nisso, né?! Será que a lei antiga obrigava a devolver quanto?! E funcionou, algum dia?!

"Bieber preso rende 6.100 tweets por minuto" - dá umagooglada aí, que eu te garanto que já tem site arrecadando doações para libertar o petiz. E legiões de seguidores esbravejando que há um complô contra ele. "Cada um com sua religião"...

Fora dos campos, Beckham fará anúncio de cuecas.Imagina quantos milhares de dólares o súdito de Sua Majestade não embolsará para posar com a peça de vestuário, que nem bolso tem. Uma ninharia perto do que voa daqui pra lá e de lá pra cá neste país, em cuecas oficiais e laranjais. Em ano de eleição, então...

"Policiais investigados por suspeita de tráfico naCracolândia." Traficantes não sabem a quem recorrer, para combater a concorrência. Cadê o CADE? "Chame o ladrão", Chico!

"Petrobrás devolve Bem-te-vi e amplia exploração em Carcará"
Eu carcarei
Tu carcarás
Ele carcará
Sem ninguém olhando, melhor ainda.

 

PAZ!!!

...com Deus!!!

 

 

sábado, 18 de janeiro de 2014

CORNITUDES - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 18jan2014


CORNITUDES

Se é bem verdade que “tudo o que a gente pensa já existe”, e às vezes até muito pior e em maior quantidade e variedade do que ousou sonhar a nossa chã filosofia, sempre de fora, é fato de conhecimento notório que a cornitude também vem dando seus jeitos de evoluir. Com essa tal de Internet, então...

 

“Isturdia”, um aDEVOgado amigo meu surgiu com um angu de caroço.

- Pois imagine o nobre colega (e eu tenho um medo danado dessa gente que acha que todo mundo é nobre e colega... se falar AMIGO, então!...), que o consulente me chega querendo entrar com um pedido de anulação do casamento, divórcio litigioso, o escambau... pra anteontem!

Essa gente fica assistindo seriado americano e quer que a gente faça igual. Cobrando em Real. A rima foi intencional.

 

- Já pedi pra você não ficar poetando na minha frente...

- Sinto muito, mas escapuliu. Estou desentupindo a veia poética. Lendo facebook...

- Mas qual o motivo de tamanha urgência na separação?! Traição, eu suponho...

- Ele descobriu que a mulher estava grávida, sendo que ele fizera uma vasectomia três anos antes. Ela o acompanhara à clínica, foi uma das principais incentivadoras do procedimento. Portanto, ela estava totalmente ciente do mesmo.

- Arroz com feijão! Embora já exista a possibilidade de se realizar um exame de DNA do rebento ainda no útero. Afinal 99,7% deixam uma beiradinha pra dúvida...

- Aí é que está o problema. Logo depois que entramos com a inicial e garantimos a cautelar, descobriu-se que se tratava de uma gravidez psicológica. E meu cliente quer seguir adiante com o processo, inclusive com a denúncia de adultério, que lhe garante uma série de “benefícios”...

- Eu o entendo. E não discordo dele...

- Nem eu. Isso deve ser a tal da solidariedade masculina. Mas o que eu alego pro(a) Juiz(a)?!?! – virou na goela o conteúdo do copo e procurou o lenço, para secar o suor da testa, enquanto congelava aquela facies de pergunta fundamental da Raça...

- Como assim?! Diga que o seu cliente foi traído em pensamento, uai!...

 

Excelente fim de semana a TODOS!!!

 

PAZ!!!

...com Deus!!!

sábado, 4 de janeiro de 2014

ROBAR OU ROUBAR?!?! - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 04jan2014


MORALIZAÇÃO em boca de político é mais ou menos como orgasmo de puta

ROBAR OU ROUBAR?!


Eis a questão...


Tirando o Lula, que continua não sabendo de nada, segue a dúvida, pairando no ar há mais de 500 anos, por esse Brasil afora.


No ar, na água, embaixo do chão, em secretarias, ministérios, batistérios, presbitérios e cemitérios, no talão de multas da guarda municipal, na PM, PC, PF e até na QP, se é que a mesma existe, de fato. Isso tudo deixando de lado o PÊ de partido. Basta-me o coração, constantemente nessa situação, chorando lágrimas de sangue pela corrupção, danação da nação.


Não faltarão filósofos, filólogos, fisiologistas e filatelistas, com rebuscadas justificativas e explicações, tratados, teses e mirabolâncias de todo tipo; na maioria esmagadora dos casos (eu tenho implicância com o termo “grande maioria”, utilizado à exaustão pela “grande maioria” dos jornalistas da televisão; fico imaginando maiorias pequenas; ou grandes minorias... e lá se vai o foco), o esforço está em provar que quem rouba é O OUTRO...


Estrelinha, passarinho, peixinho, solzinho, ursinho... mudam os símbolos, as cores, as bandeiras... o discurso é sempre o mesmo: crescimento, combate à corrupção, competência, seriedade, MORALIZAÇÃO. E as mesmas carinhas que estavam lá, há bem pouco tempo, encarregadas de fazer tudo isso; e muito bem pagas para tal. Isso quando não é o próprio pessoal do governo, que num comercial aparece dizendo que em mais de uma década no poder já realizaram todo tipo de milagres; e dois minutos depois aparece o mesmo pessoal, dizendo que é preciso mudar a política deste país. E sugerindo que tem político ameaçando acabar com o Bolsa Família...


MORALIZAÇÃO em boca de político é mais ou menos como orgasmo de puta: você fica doido pra acreditar que é assim tão dotado, que seu desempenho é mesmo aquela brastemp toda, que finalmente você encontrou alguém que te entende de dá valor na cama; pensa em pedir um desconto, mas acabapagando até um pouco mais que o combinado: “tadinha”, você acaba de lhe dar um trabalhão...


Daí você a deixa na mesma esquina e com trinta segundos ela já está entrando em um outro carrão. Você dá aquela inevitável espiadinha, pra ver quem será o cliente da ocasião: e dá de cara com o Sarney e o seu bigodão.


O bolso ainda dói. O afago no ego acaba de se despedaçar no duro e real chão...


Você engole seco e balbucia, cheio de convicção:


- Deixe estar, que este ano tem ELEIÇÃO...


Em tempo, o CERTO é NÃO ROUBAR...


PAZ!!!
...com Deus!!!


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

RETROSPECTIVA 2013 - FILOSOFIA DE BUTIQUIM - 28dez2013

RETROSPECTIVA


Quando eu morri, vi-me defronte de uma bifurcação.


Não sei o que já lhe descreveram sobre o assunto, mas não era uma encruzilhada, nem um abismo, nem uma escada. Mas uma prosaica bifurcação: dois caminhos, uma escolha.


Lá longe, em meio a uma bruma vinda sabe-se lá de onde.


À medida em que me aproximava, percebi que havia uma sinalização: duas setas, uma para cada lado, informando dos destinos.


Apertei os olhos, tentando afastar o “embaço”, e quiçá o embaraço.

Uma das setas “dizia”:


SEL
CEU
SÉU
CEL

A outra:


INFERNO


Qual você escolheria?!?!


-x-x-x-


A você, querido leitor, que me aturou por mais um ano nessas elucubrações desvairadas,despensamentos pretensiosos , minha gratidão pelo apoio, inda que silencioso.


E o meu desejo sincero de que o seu 2014 seja mais ou menos assim:


VIVO


Tendo a consciência da possibilidade (e necessidade) de fazer as suas próprias escolhas. E a hombridade de reconhecê-las e encarar os seus efeitos e/ou consequências.


E que, ainda que o CÉU não seja exatamente como você imaginava, que seja ele a sua escolha. E que a sua capacidade de modificá-lo (ou a maneira como você o enxerga e vivencia) seja tão grande quanto a sua imaginação.


Anos são feitos de dias, que são feitos de horas, que são feitas de minutos, que são feitos de segundos. Não se transforma um ano de um segundo para o outro. Mas cada segundo melhor já conta. Quanto mais segundos felizes, melhor.


Cuide bem de você e dos seus em cada um deles.


FELIZ VOCÊ em 2014!!!

PAZ!!!
...com Deus!!!